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terça-feira, 5 de maio de 2009

No divã com a diva

Logo mais, às 21h30, essa diva queridíssima aí da foto vai estar brilhando e arrasando no palco do Bourbon Street Music Bar (quem acompanha o Garotas já sabe que Luciana Alves é uma cantora absolutamente de primeira e amiga muito, muito especial). Sendo assim, resolvi convidar a estrela da noite para participar do nosso Quiz GS:

1 – Minha definição de segunda-feira:
Dia de (re)começar na academia...

2 – Uma receita de primeira com ingredientes de segunda:
Patê de fois gra! (o fígado de um pobre ganso sofredor!)

3 – Uma balada de segunda(-feira):
Pôr em dia o sono atrasado de um fim de semana muito animado...

4 – “Parece de segunda, mas é de primeira”:
Saber cantar "Dancing Queen" do ABBA.

5 – “Parece de primeira, mas é de segunda…”
A loja da Daslu (parece de primeira??)

6 – Uma pessoa de primeira:
Michelle Obama!! Deve ser muito de primeira, essa.

7 – Uma attitude de quinta:
Preconceito.

8 – Um programa de quinta:
Ter que levar os sobrinhos amados no show do High School Musical.

9 – Um dia em que eu me senti de segunda:
O dia que começou com uma briga com o namorado, seguiu numa discussão com o gerente do banco e terminou com um baita escorregão no meio da rua!

10 – Um antídoto contra a TPS (Tensão Pré-Segunda):
Cantar!!

Luciana Alves, 32 anos, é cantora e vai se apresentar hoje, terça-feira, no Bourbon Street Music Club, a partir das 21h30. Se você, como eu e Rosane, é fã da boa música brasileira, preste muita atenção nesta dica de primeira: O SHOW É IMPERDÍVEL! Nos vemos lá!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

A voz da dona e a dona da voz


Eu não sei tietar. Não sei e não gosto. Tenho pavor das pessoas que ficam esperando os artistas na porta do camarim, gritando, pedindo autógrafo… Morro de vergonha, definitivamente. Mas depois de escutar o primeiro (e maravilhoso) cd do violonista e compositor Chico Pinheiro, “Meia Noite Meio Dia”– um álbum de primeiríssima, todo estrelado, cheio de participações mega especiais -, caí de amores por uma cantora chamada Luciana Alves. Em meio a Lenine, Ed Motta, Maria Rita e Chico César, eu só ouvia ela, essa tal de Luciana, a moça que tinha a voz mais doce e suave que eu já havia escutado. Pois bem, então lá fui eu pro Orkut ver se encontrava a dona dessa voz apaixonante. “Alguém que tem uma voz tão querida e delicada não pode ser chata ou esnobe”, pensei, enquanto clicava para adicioná-la como amiga, escrevia algum scrap todo “tietoso” e morria de vergonha de mim mesma pelo comportamento “de segunda”. Isso foi há mais de cinco anos. Hoje, Luciana é simplesmente uma das amigas mais especiais e valiosas que fazem parte da minha vida. E é por essas e outras que estou tão orgulhosa, feliz e radiante com seu show solo, que acontece na próxima terça-feira, 5 de maio, no Bourbon Street, em São Paulo – e que eu, como fã master, super recomendo a todos os leitores e leitoras do Garotas. Afinal, posso realmente dizer que "senti na pele" o poder da voz e da música dessa artista de primeiríssima! Quer entender exatamente do que estou falando? Então vá ao show - e depois volte aqui para dizer se a minha tietagem de segunda lááá atrás não está mais do que justificada...

Serviço:

LUCIANA ALVES NO BOURBON STREET MUSIC CLUB
Dia 5 de maio, terça-feira, a partir das 21h30
Rua dos Chanés, 127 - Moema - São Paulo/SP
Couvert Artístico: R$ 35.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Roupas para despistar assaltantes




Vi essas criações da designer japonesa Aya Tsukioka dia desses em um outro blog e achei absolutamente de primeira. Não são geniais? Nossa, quero muito essa bolsa que vira tampa de bueiro... Perfeita para São Paulo!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Overdose de jiló!

Já pensou em passar um dia inteirinho, de cabo a rabo, se esbaldando com porções e mais porções de jiló? Jiló frito, jiló assado, jiló grelhado, jiló cozido… Afinal, quem foi que disse que ingredientes “de segunda” não podem se transformar em pratos super de primeira? Pois bem, um moçoilo visionário chamado Guilherme Studart, autor do livro Rio Botequim (Casa da Palavra Editora), inventou o mais novo e arrojado programa gastronômico para quem estiver de bobeira pelo Rio de Janeiro: a Caravana do Jiló. O negócio é super simples: você paga R$ 100 e fica um dia todo percorrendo diversos botequins cariocas (famosos pelo preparo desta iguaria super difamada) a bordo de um micro-ônibus que tem até ar-refrigerado! Chique! Se eu estivesse – ou pudesse – ir para a cidade maravilhosa agora, neste momento, não preciso nem dizer que seria A PRIMEIRA da fila a para embarcar nesta inesquecível experiência! E para os mais inseguros, vale a dica: a taxa de adesão também engloba goles e mais goles de chopes, cervejas e cachaças - pra dar aquela coragenzinha básica antes da primeira garfada. Glup! Minha pergunta agora é: quando esse Guilherme Studart vai baixar aqui em São Paulo? Será que ele topa fazer uma parceria com as Garotas de Segunda? Também quero comer jiló de todos os tipos! E você, toparia participar deste programa gastronômico mega de primeira?   

Agradecimento especial: Elisa Correa, a mais nova "personal pauteira" do Garotas de Segunda!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Segunda-feira prolongada...



A sensação é de que essa época do ano é como uma segunda-feira prolongada. Que só vai virar terça na véspera do Natal! São Paulo está uma muvuca só. E começam a pintar as agendas 2009, para marcar as novas segundas-feiras... São 48 por ano, oh, céus! Mas agenda nova eu gosto, adoro passar a limpo os nomes, os telefones. Já ganhei 2 superbacanas de aniversário. A primeira, da Palomita, com capa em tecido estampado de libélulas, de primeira para levar na bolsa. A outra, da Isolda, é uma agenda musical, a "Agenda da Toca", temática, feita de "músico para músico", como diz minha amiga compositora das boas. Aproveito, então, para indicar o mimo para quem faz música ou tem amigos músicos: eles vão amar! A agenda traz links com gravadoras, selos, sites e escolas de música + dicas para novos compositores, e tem até algumas páginas de pauta musical, para anotar aquela melodia que pode pintar num insight. Aqui em Sampa, está à venda na Livraria da Vila da Fradique, e pelo Brasil, no site da editora da Isolda, a Tocadisc. Comprar presentes pela internet, aliás, é uma mão na roda. Eu vou usar as duas agendas que ganhei: a da Palomita na bolsa, e a da Isolda em casa, pertinho do meu piano novo. Quem sabe eu não me inspiro e começo a compor também? Quem sabe eu não risco todas as segundas-feiras e guardo esse dia só para fazer o que der na telha? Ah, que sonho... O que você faria se pudesse ter todas as segundas-feiras free?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Iguaria mega de primeira!


Primeiro você se descabela para encontrar uma vaga de estacionamento. Em seguida, encara uma fila razoável para fazer seu pedido. Por fim, disputa a tapas e cotoveladas um cantinho, por menor que seja, no balcão abarrotado de clientes. Sim, quando o assunto é o sanduíche de mortadela do Bar do Mané, localizado no Mercado Municipal Paulistano, tudo isso vale a pena. Não é de hoje que eu planejava escrever sobre o quitute, um super clássico dos clássicos da gastronomia de São Paulo que tem absolutamente TUDO A VER com este blog, mas só no último sábado consegui me programar para encarar o caos do centrão e mais uma vez (ô dureza!) provar a delícia – desta vez especialmente para o Garotas. Pois bem, bastaram apenas alguns minutos no local (e uns goles de Original geladíssima!) para que eu me sentisse em casa, e quando me dei conta já estava papeando como uma velha amiga com todos os funcionários e clientes adoradores do sanduba - não só pela cara-de-pau que me é característica, mas também por estar maravilhosamente acompanhada pelo namorado-amado-gringo-quase-paulistano, que rapidamente se encantou pelo ambiente de primeira e, após se desdobrar em elogios ao recheio farto e saborosíssimo, prometeu recomendar a iguaria in english em seu blog. É o sanduíche do Mané ganhando o mundo! Pudera, né gente? Cada lanche tem cerca de 350 gramas de mortadela e sai por apenas R$ 8 (a versão tradicional, fria e sem queijo). Não é por acaso que aos sábados, segundo o funcionário Leandro Lima (esse aí da foto, mega simpático!), mais de mil pessoas passam pelo local. “Os clientes adoram”, diz ele, a prova-viva de que o sanduba não enjoa – come um por dia, religiosamente. E trabalha na casa há nada mais, nada menos do que oito anos...

Ficou com vontade? Vai lá!

Bar do Mané
Rua da Cantareira, 306 (E-14)
Mercado Municipal Paulistano
Fone: (11) 3228-2141
Abre todos os dias, das 4h às 17h
http://www.bardomane.com/

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

E o veredicto é...


Em tempos de Lei Seca, ser vizinha de boteco é luxo. Ontem, fui com minha parceira de primeira e seu maridón provar um clássico petisco geralmente comercializado em praças e ruas da capital paulistana: o churrasquinho grego, que agora também pode ser apreciado no boteco que abriu na esquina de casa, o Veredicto. Pois é, agora sou duplamente sortuda: posso beber sem medo de ser presa e comer sem medo de ter dor-de-barriga! Não por acaso, o sanduíche foi batizado de Praça da Sé e é um dos carros-chefes da casa, inaugurada há 20 dias no bairro do Sumaré. De acordo com um dos proprietários, José Gonçalves, a iguaria é preparada com carne de primeiríssima e tem feito sucesso absoluto entre os clientes. Eu nunca tinha provado um churrasquinho grego na vida, com receio de devorar um gato com vinagrete em pleno centrão de São Paulo, mas ontem realmente me deliciei com o lanche, que sai por R$ 12,50 - tudo bem, na Praça da Sé certamente o preço é bem menor, mas o cenário não é tão charmoso (e a carne, não tão confiável)! Concorda? Por isso, o meu veredicto para o sanduba é: APROVADO! Nota 10! Ficou com água na boca? Vai lá!

Veredicto Bar
Rua Apinajés, 1523 – Sumaré – São Paulo/SP
Fone: (11) 3873-0990

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Gostinho retrô


Se a semana está difícil, nada como um almoço em boa companhia, num lugar gostoso, para mudar a ordem do dia. Então uma amiga sugeriu a "Casa 60". Que surpresa boa: ao entrar no pequeno restaurante, voltei no tempo e me senti na casa da vovó ou daquela tia do interior. Instalado numa casa do bairro de Pinheiros, o lugar é todo retrô, com toalhinhas de crochê nas mesas, poltronas com pés de palito, pratos e xícaras antiguinhos, e um cardápio de comida caseira que é uma tentação. Naquele dia, o prato principal era frango com quiabo, mas já sei na segunda-feira tem virado à paulista e, às quartas (como não?), feijoada. Isso além do buffet de saladinhas (R$ 18 por pessoa, o menu completo) e sucos de primeira como limão com gengibre ou abacaxi com carambola. Nesse clima aconchegante, eu e minha amiga engatamos um papo de comadres, como se estivéssemos mesmo numa casa de interior, de vó, de tia, em algum lugar do passado. Casa 60: rua Simão Álvares, 968, tel. 3814-9547. E qual é a sua dica para um almoço de dia de semana?

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Uma explosão de prazer


Domingo passado, aproveitando a fase ‘casa nova, vida nova’ dos meus pais - e já visualizando a crise de TPS que enfrentaria na hora do Fantástico -, antes de ‘rumar’ para a capitarrr roubei um pedaço de plástico-bolha de uma das caixas que ainda se encontram abarrotadas por causa da mega-mudança que eles enfrentaram há um mês. Como estava de carona com uma prima, optei por me jogar de cabeça no trabalho terapêutico depois, mais tarde, quando estivesse sozinha. Porque os plec-plecs realmente relaxam o sujeito que estoura as bolhinhas, mas irritam profundamente quem está ao lado – e eu não poderia ser ingrata com alguém que, além de ser super de primeira e da família, me salvou de uma viagem de segunda num Cometão da vida. Pois bem, cheguei em casa e fui logo me aboletando no sofá com o artifício em mãos. Plec, plec, plec e mais plec. Ah, que maravilha! Juro, fiquei ali uns 20 minutos, na maior concentração, e depois me senti renovada. É claro que o plástico-bolha não resolve o problema da TPS, mas pelo menos ameniza os sintomas. Tipo uma Aspirina, sabe? Já ajuda... Enfim, até a Wikipédia descreve o ato de estourar bolhinhas como desestressante. Tá lá, “apertar as bolhas uma a uma, ouvindo o calmante som ‘poc’, ou ainda torcer o plástico para estourar o maior número possivel de uma vez”. Vocês também apreciam a atividade? Já tentaram utilizá-la num domingão de quinta? Têm outras receitas estapafúrdias para amenizar a depressão pré-segunda?

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Perdas e ganhos



Para quem tem um rebento, um sobrinho fofo, um afilhadinho, e quer um programinha legal amanhã à tarde, fica aqui uma dica: na Livraria da Vila da Fradique vai rolar o lançamento de "O Amigo Imaginário", primeiro livro de Alessandra Bourdot e do selo "Toquinha", ambos filhos (a autora, e o selo) da querida Isolda. O tema do livro não é fácil: como falar de morte com crianças? Existe vida depois da morte? A história de Pedro, de 7 anos, que perde o irmão mais velho e cria um amigo imaginário, como forma de lidar com a perda, trata do assunto com uma linguagem simples e sensível. O lançamento acontece às 15h, com contação de histórias e coquetel infantil (brigadeiro e guaraná, humm!). Vai lá: Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Cinderela moderna



Se tem uma coisa de primeira, sexy no último, é esse sapato de solado vermelho, criado pelo francês Christian Louboutin. E olha só o que o designer diz na revista Elle de junho, quando a repórter pergunta quantos sapatos uma garota deve ter: "Sete, como os sete pecados capitais. Um para se divertir, um para flertar, um para trabalhar, um para escapar, um para o sexo, um par sempre novo e um de que não se goste mais. É bom ter algo de que não se gosta. Isso vai contra a idéia de que é preciso estar perfeitamente bem-vestida o tempo todo." É uma idéia. Fiquei a fim de dar uma limpa na minha sapataria: pensando bem, é de quinta ter sapatos demais, sem contar que sapato parado deve empatar a vida (essa eu inventei agora). De repente, faço como uma amiga que, inspirada pelo meu post sobre brechós virtuais, criou o seu, o Fashion's Vintage . Eu mesma já arrematei umas peças de primeira. E você, Cinderela? Quandos pares de sapatos tem no armário? Seria capaz de seguir o conselho de monsieur Louboutin?