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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

E... voilà!


"A única coisa necessária é o supérfluo". Oscar Wilde não tinha razão? Essa sala não seria a mesma se não fosse a parede cor de pitanga madura! 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Tudo por uma pitanga!

Sabe aquela coisa de escolher as cores das paredes, combinar os móveis e decorar a casa nova para uma vida 100% feliz? Pois bem, tenho vivido um conto de fada às avessas. Isso porque no lugar do príncipe encantado está a minha amiga Elisa, nova companheira de lar. Combinamos em praticamente tudo – dos gostos aos desgostos -, e compartilhamos de um momento particularmente especial e rico da fase pré-30. Enfim, alugamos uma casinha fofa, numa vilinha linda (o que é melhor, pertinho da Rô!), e resolvemos fazer algumas pequenas “reforminhas básicas” na semana passada, antes da chegada da mudança. Na primeira ida ao Leroy Merlin (foram dezenas, claro!), ao invés de irmos diretamente à seção de fios elétricos, a prioridade, lá fomos nós para o setor de decoração. “Ai, que cortina linda, vai ficar uma belezinha com a parede cor de pitanga madura!”. Pum, e joga no carrinho! Ah, mulheres! Duas então, meu Deus!... Dias depois, passeando pela Vila Madalena, vimos um abajour que também ficava “uma belezinha com a parede cor de pitanga madura”. E pum outra vez, lá se foi o abajour pro carrinho, lá se foi o nosso dindim, e VIVA O CARTÃO DE CRÉDITO! O resultado é que agora estamos, as duas, sem um centavinho na carteira. Tudo por causa da bendita parede cor de pitanga madura. Depois dessa experiência, passei a refletir sobre como o quesito “bolso” deve ser complicado para um casal de mulheres. Porque nós temos que admitir: adoramos uma firula de primeira! E são eles, os moçoilos, que costumam nos obrigar a dar aquela pisada no freio na hora das insanidades financeiras... Ou você acha que um homem faria tudo por uma parede colorida? Eu, sinceramente, acho que os rapazes perdem a cabeça por pouquíssimas coisas. Trabalho, hmmm, talvez... Mas por uma pitanga... Du-vi-de-o-dó! Ahhhh, não se fazem mais homens como antigamente...

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Plim, plim!


Chega de Flora, chega de Maysa: minhas noites agora são só minhas. Eu já não aguentava mais o compromisso de ter que assistir aos capítulos finais de A Favorita e depois ainda ter que esperar aquele lixo do Big Brother Brasil acabar para poder acompanhar as loucuras da cantora cujo mundo vivia caindo. Tenho esse problema de não conseguir ser “mais ou menos”: no caso da televisão, por exemplo, ou não assisto nada, ou me vicio não só na novela das oito (geralmente na reta final, quando a trama está bem mais emocionante) como também na minissérie que começa sóóóó tardão. Posso estar caindo de sono, mas não vou dormir enquanto o capítulo não termina. E quando pinta algum programinha noturno irresistível, é óbvio que vou, mas confesso que fico com uma pontinha de dor no coração. Não é pavoroso - ou melhor, vergonhoso? Eu acho essa coisa de ser muito viciada em um programa de televisão - seja novela, minissérie ou seriado (sobretudo da TV aberta) - uma coisa bem de segunda. “Ai amiga, hoje não posso sair pra não perder o primeiro beijo da mocinha com o mocinho”... Uó, vai! Mas enfim, quem não tem seu lado B na vida? Eu cada vez mais – principalmente depois deste blog – passei a me sentir cada vez mais tranquila em assumir minhas “segundices”. E nas últimas semanas vivia dizendo para as minhas amigas que até poderíamos, sim, sair para um chope – mas desde que ou chegássemos antes da Maysa (a prioridade noturna) ou houvesse uma televisão no estabelecimento. E você, o que achou do final da novela? E da Maysa? Também está torcendo para que a Globo resolva mesmo filmar a vida da Elis, outra diva polêmica que também adorava um uísque (entre otras cositas más) e também foi vítima das garras do duvidoso Ronaldo Bôscoli?

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Torcida desorganizada



Feliz 2009! Tô chegando, tô chegando... A Paloma perguntou sobre mudanças no post anterior, e eu digo logo que meu ano começou com uma virada radical: na volta ao trabalho, dei meia volta e me desliguei da Marie Claire, revista em que eu trabalhava há 10 anos. 10 anos está de bom tamanho, não? Foi um ciclo bacana de aprendizado e crescimento. Das revistas "femininas", considero a Marie Claire ainda entre as mais. Saio leve e com uma bagagem interessante. Escrevi todas as reportagens e entrevistas que quis. E que não quis também (rs). No primeiro dia fiquei um pouco passada, mas depois fui acordando cada dia melhor... Era um desejo que começou inconsciente, à essa altura já era consciente, e o Universo me atendeu. Por enquanto, me dedico ao dolce far niente, nada mais. A vida precisa de pausas. Meu único medo é que me afunde cada vez mais num vício incontrolável que começou há dois meses. Não sei mais o que fazer. Quem sabe vocês me ajudem, porque a droga é pesada...
Tudo começou numa reunião inocente na casa de amigos. Entre uma cervejinha e outra, me ofereceram e eu aceitei. Desde aquela noite não vivo mais sem o salgadinho Torcida Pimenta Mexicana! Agora que tenho os dias livres, e com esse calor, os fins de tarde se tornam intoleráveis sem uma cerveja gelada. E quase sempre acompanhada de uma dose de Torcida. O pior é que a droga é difícil de encontrar. Até agora, só encontrei o salgadinho em camelôs e mercadinhos de segunda. O fabricante é uma empresa chamada Lucky, que nem site tem. Mas vale a pena entrar no submundo para encontrá-lo: o gostinho super-hiper-picante de pimenta jalapeño (hummmm!) me faz esquecer que estou ingerindo altas doses de pura fritura! Alerta: quem já era dependentes de pimenta, como eu, tem grandes chances de se entregar a esse vício. Preciso de ajuda! Já penso em fundar um grupo de "Dependentes de Torcida Pimenta Mexicana Anônimos". Alguém se interessa? Podemos incluir também outros salgadinhos e guloseimas malditas. Me conte, qual é o seu vício de segunda? Se é que existe algum vício de primeira...