terça-feira, 14 de abril de 2009
Já comeu a sua Paloma Pascal hoje?
segunda-feira, 13 de abril de 2009
(Des)embalos de sábado à noite

Já falei aqui sobre vergonha alheia – ou, como diz um amigo meu, “VPP” (Vergonha Pela Pessoa), aquele sentimento que vira-e-mexe nos acomete instantes após apertarmos o power da televisão e nos depararmos com conteúdos absolutamente toscos e constrangedores, mas juro que foi neste sábado de Aleluia que eu definitivamente quis abrir um buraco no meio da sala e me enfiar lá dentro por tempo indeterminado. Tudo graças a um programa chamado “50 por 1”, que é veiculado pela TV Record, “apresentado” (com aspas mesmo!) pelo engomado-endinheirado Álvaro Garnero e que eu tenho o maior orgulho de afirmar que desconhecia. Alguém já viu isso? Gente, que vergonha! Será que ninguém nunca teve a bondade de contar pro rapaz que ele não leva o menor jeito para a televisão? Ouso arriscar que nem a Caroline Bittencourt consegue engolir as piadinhas e frases (mal) feitas de seu amado (será que eles ainda são namorados? Ai, juro que tenho preguiça de pesquisar!)... Enfim, mas o fato é que no site do programa, descobri que a proposta inicial de Garnero era a de “dividir 50 das suas principais experiências de viagem com o telespectador”, no entanto, com o sucesso da primeira temporada (?), a equipe resolveu fazer "muito mais". Ok, existe gosto pra tudo nesse mundo, mas na minha modesta opinião, nem as mais belas paisagens de lugares como Grécia, Itália e Egito – países visitados na última edição - conseguem aliviar o sentimento de VPP. Até a trilha sonora é de quinta (parece musiquinha de motel)... A única coisa boa é que depois de assistir algo assim, a gente fica se sentindo o máximo – super talentosa, super profissional, super de primeira. Trocando em miúdos, rola aquela certezinha básica de que brilhar na tevê é apenas uma questão de possuir "alguns milhões de dólares" no banco. Hmmm, será que algum milionário generoso e visionário não quer patrocinar um programa com as autênticas Garotas de Segunda? Cá entre nós, creio que eu e Rô daríamos muito mais audiência do que Garnero e suas madeixas besuntadas… E você, o que acha?
terça-feira, 7 de abril de 2009
O primeiro pedaço do bolo

Foi triste. Sábado passado eu vi Anita, minha filha de 5 aninhos, se sentir "de segunda". Ou pior: ela se sentiu em segundo lugar, em segundo plano... No coração da melhor amiga. Tudo aconteceu no aniversário da mãe dessa amiga. Festão. Muitos adultos e apenas três crianças pulando, correndo descalças entre a mesa dos pais e a pista de dança (enquanto o "djei-djei", como dizia Anita, testava luz e som). Antes que a carruagem das menininhas virasse abóbora para a festa se transformar num programa de adultos, chegou a hora do bolo. As três ali, saltitantes, mirando os brigadeiros e o glacê branco e pink. A filha da aniversariante no meio, Anita de um lado e a amiga número 2 do outro. Pois na hora de distribuir o bolo, a filha da aniversariante deu o primeiro pedaço para a amiga número 2... E Anita se sentiu a última! Chorou, chorou, mas um choro tão sentido que até eu entrei no drama, me lembrando de quando, por algum motivo, era preterida pelas amigas em alguma brincadeira ou programinha. Como dói! Acho que a amiga nem fez de caso pensado. Simplemente se virou para a direita e deu o bolo para a amiguinha mas próxima. Lembrei também do significado do primeiro pedaço do bolo. Ah, é uma espécie de declaração de amor. Quem ganha, pode mesmo "se sentir". É doce ganhar o primeiro pedaço. Tanto que, nem todos os brigadeiros que Anita engoliu junto com o choro serviram de consolo depois daquele "Parabéns". O segundo pedaço do bolo a gente nunca esquece... E você, qual foi a última vez que ganhou o primeiro pedaço? E qual a primeira vez na vida em que se sentiu "de segunda"?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Roupas para despistar assaltantes
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Um nome pra lá de quinta!

quarta-feira, 25 de março de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Um moço de primeira!

Quando iniciamos os trabalhos deste blog, eu e minha parceira Rosane tínhamos traçado uma difícil missão: sair às ruas paulistanas nas noites de segunda-feira à caça de programas capazes de salvar este terrível, cruel e tenebroso dia da semana. Porém, pouco depois da instituição das garotas de segunda no maravilhoso mundo dos blogs, eis que surge uma pedra em nosso caminho: o super-mega-blaster Custe o Que Custar, vulgo “CQC”, que passou a ser exibido pela Bandeirantes no ano passado – e acabou com nossas noitadas no início da semana. Impressionante: ninguém mais quer saracotear na segunda! Tudo por causa do CQC… Pois bem, sendo assim, resolvi contactar um dos "moçoilos de preto" para participar do nosso Quiz GS. Na maior tranquilidade, sabecumé? Os rapazes estão na crista da onda, chiquetérrimos, coisa e tal, então já estava contando com aquele “chá de cadeira virtual", típico dos famosos que certamente recebem uma penca de e-mails com pedidos de entrevista todo santo dia. Mas que nada! Rafael Cortez, o intrépido repórter de primeira (primeiríssima!) do programa, respondeu meu e-mail quase que no mesmo instante. E não foi com aquele blablablá popstar de "respondo depois" não... Já mandou resposta e tudo! Olha que prontidão magnífica! Se eu já era fã, imagina agora…
QUIZ GS
1 – Minha definição de segunda-feira:
Dia de ver o CQC na TV e rezar para não ter pauta na hora do programa…
2 – Uma receita de primeira com ingredientes de segunda:
Buxada de bode num restaurante francês…
3 – Uma balada de segunda(-feira):
Bar Filial, na Vila Madalena, logo após o CQC… com todo o elenco.
4 – “Parece de segunda, mas é de primeira”:
Rafael Cortez.
5 – “Parece de primeira, mas é de segunda…”
Rafael Cortez.
6 – Uma pessoa de primeira:
Dona Marisa… É a primeira-dama, né?
7 – Uma attitude de quinta:
Qualquer uma que seja tomada um dia depois da quarta-feira.
8 – Um programa de quinta:
Madrugadas no Orkut.
9 – Um dia em que eu me senti de segunda:
Hã?
10 – Um antídoto contra a TPS (Tensão Pré-Segunda):
Perguntem para o Garfield! Ele odeia as segundas… eu não!
Rafael Cortez, 32 anos, é ator, músico e jornalista.
"São tantas coisinhas miúdas..."
quarta-feira, 11 de março de 2009
Moças e miúdos
Mercado da Lapa. São Paulo. Terça-feira, meio da tarde.
Fígado, moela, rabada, bofe (!), cérebro de boi... Eca! Cérebro já é demais.
- Vocês gostam dessas coisas?, perguntei às duas mocinhas debruçadas sobre o balcão do "Rei dos Miúdos". - Não..., dizem, com carinha de nojo. E continuam papeando entre elas os assuntos miúdos de duas adolescentes.
Não deve ser divertido vender algo de que não se gosta. Mas fiquei intrigada mesmo com o cérebro do boi. Com a mesma aparência de cérebro humano, embaladinho. Sei que os argentinos comem. Na grelha. Mauricio, meu partner, conta que comeu quando era moleque. À milanesa. "É gostoso... Parece uma musse, é molinho." Eca 2! Mais essa. O miolo é mole. Alguém já provou?
segunda-feira, 9 de março de 2009
WC de primeira

Todo banheiro tem um trono, mas nem todo trono tem um rei – ou, no nosso caso, um presidente. Explico: Barack Obama está no banheiro aqui de casa. Sim, é isso mesmo: eu e Elisa, minha companheira de lar, levamos adiante mais uma (de muitas!) idéias mirabolantes, e mandamos imprimir uma fotografia maravilhosa do king of the world para pendurar em frente à nossa privada. A justificativa é mais do que simples: somos obametes assumidas. Suspiramos sempre que ele aparece na tevê. Invejamos a Michelle. E somos bem resolvidas, bem criativas e bem humoradas, modestia à parte. Prova disso é que sábado agora fizemos um open house para inaugurar a nossa casitcha e foi ele, nosso Obama, a sensação da festa. Foi ele o centro das atenções da noite. Teve gente que fez até foto! Mas o melhor da história foi quando levamos a fotografia no Nivaldo, dono de uma molduraria pequenininha ali na avenida Pompéia: ele, obviamente, não acreditou que queríamos fazer um quadro todo pomposo com o presidente dos Estados Unidos. Pra piorar a situação, eu e Elisa encasquetamos com a moldura de um quadro que já estava pronto, pendurado na parede da lojinha. Era branca, toda trabalhada, clássica, à altura de nosso Obama! Resultado: Nivaldo, um figura mega-master simpatico e querido, teve que desmontar seu quadro para satisfazer nosso desejo. E caiu na gargalhada quando soube que todo esse esforço acabaria num banheiro. Agora que nossa obra de arte já está em seu devido lugar, cada um faz a sua interpretação: a gente aqui costuma dizer que tomou banho com o presidente. Já um amigo da Elisa, o Ênio, fez uma analogia "interessante" sobre a posição estratégica da fotografia com o "bordão" Yes, We Can - ele até nos mandou de presente essa imagem de primeira (que ilustra este post e que eu adorei) para pendurarmos na porta do nosso WC… Não é inspirador? E você, o que acha da idéia de ter Mr. Obama no banheiro? Conhece mais alguém que pendurou a fotografia do presidente americano no toalete?
sexta-feira, 6 de março de 2009
Dar sem receber

Todo mundo quer uma graninha. Todo mundo quer levar algum. Difícil encontrar alguém que dê um ponto sem nó... Parece tão incrível que uma pessoa faça um favor sem esperar nada em troca que, quando acontece, a gente demora a acreditar. No sábado do último Carnaval, eu fui surpeendida por uma "boa açao". A caminho de Paraty, parei num posto para abastecer. Não tinha tirado dinheiro, levava apenas 30 reais na carteira, além do fiel Visa Electron. Na hora de pagar os 50 reais, deu "transação nao autorizada". Por falta de fundos. Mas eu tinha dinheiro na conta! E nem era pouco. Liguei para o Fone Fácil e, sabe deus porque, meu dinheiro estava preso numa aplicaçào (sim, eu tinha uma, mas com baixa automática. Fiquei sem entender, e mesmo que eu pedisse a baixa, o dinheiro só estaria disponível na conta no próximo dia útil, ou seja, na Quarta-feira de Cinzas!
Que ironia: há alguns meses, eu não tinha dinheiro porque não tinha mesmo. Agora, eu não tinha dinheiro porque tinha. Meu cartão de crédito estava no limite. O posto não aceitava cheques. E a frentista (as mulheres parecem piores nessas situações) era irredutível. Nem meu Peugeot, nem a carteira transada, as unhas feitas e o talão de cheques na mão foram sinais suficientes para a moça considerar a hipótese de que meu chequinho poderia ser quente. Resumindo: eu não tinha como pagar a conta nem com os 30 reais da carteira, e ainda teria três pedágios pela frente.
Desolada, descabelada, morrendo de calor e com o olhar perdido no horizonte, ouvi alguém dizer: "Aceita o cheque dela, vai por mim. Pode aceitar." A "ordem" veio de um moço de bermudão, camiseta, cabelão e bigode, encostado na bomba de gasolina. "Você é daqui do posto?", perguntei. "Não, sou da borracharia." E vi que ele estava tirando umas notas miúdas do bolso para trocar o meu cheque. "Vou preencher um valor maior, pelo favor que voce está me fazendo", sugeri. "Não,senhora. Não esquenta a cabeça não." Ele foi tão enfático que senti que ficaria ofendido com o troco.
Perguntei o nome dele, Tiago. Agradeci e segui em frente, quase emocionada com a generosidade. Afinal, por que ele arriscaria perder 50 reais, e se eu desse um cheque sem fundos? Mas, dez quilometros depois, fui tomada pelo medo: eu tinha anotado o telefone atrás do cheque e comentado que tinha dinheiro aplicado. E se ele fosse um bandido? E se ele ficasse me ligando e me chantageando por algum motivo?
Bom, os 30 reais ainda deram para o pedágio, para o cafézinho, e cheguei à Quarta-Feira de Cinzas sã e salva. Tiago descontou o cheque. Nada mais. Um pequeno favor que não vou esquecer. Ele não ganhou efetivamente nada com isso. Mas é assim que se fabrica um bom carma. O cara é ou não é uma pessoa de primeira? E você, já fez ou recebeu um favor, sem esperar nada em troca?
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Restaurante celestial

Você está cansado de comer todos os dias sentado numa mesa convencional? Não aguenta mais a monotonia de almoçar e jantar o arroz e feijão de todo dia sentindo os pés no chão? Quer mais adrenalina na hora das refeições? Pois bem, seus problemas acabaram! Uma empresa belga chamada Events in the Sky criou uma nova moda pelo mundo afora, que está chegando ao Brasil no próximo mês de abril: o “dinner in the sky”. Isso mesmo: um jantar a 50 metros de altura. Você come no céu, olha que beleza! Só não pode ter medo de altura, obviamente. Bem, na verdade, o tal “restaurante celestial” é suspenso por um guindaste e comporta apenas 22 pessoas, que ficam presas por cintos de segurança. Agora me diz, já imaginou você, toda linda e vaporosa, amarrada por um monte de cinto de segurança apertado na barriga bem na hora da comilança? Ninguém merece! Fora que há um inconveniente absolutamente fatal e terrível: o céu não tem banheiro! Trocando em miúdos, se você precisa fazer aquele xixizinho básico, todo mundo vai ficar sabendo, já que a mesa toda é obrigada a descer. Mico! E se tomar um porre de cerveja então? E se chover? E se ventar? E se o garfo cair na cabeça de alguém lá embaixo? Ave! De que adianta toda a pompa e circunstância se a alma do negócio é tosca, me diz? Eu sinceramente achei a idéia bem de segunda. E você?
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Alma de segunda!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Samba na segunda
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
E dá-lhe jiló!

Pra não dizer que eu não falei do jiló da Palomita, pego carona na caravana do post abaixo e registro aqui a receita de um tira-gosto de primeira, que provei há alguns anos no Bar Alferes, um boteco mineiro-paulistano dos bons. Acredite: o carro-chefe dos petiscos do bar, cujo dono é descendente direto de Tiradentes (se voce for lá ele te conta a história toda...), é o Jiló à Milanesa com Parmesão, além de outras delícias como Pastel de Angu e Vaca Atolada. "Delícia total", como diz minha filha, quando gosta de um quitute. Para quem quiser conferir o Alferes in loco, o endereço é Rua Graúna, 87, Moema. Tel. 11-5535-3719. Segue também a receita, para quem quiser aprontar no fim de semana... E segunda-feira a gente fala de quiabo, tá? (rs)
Ingredientes
04 jilós (tamanho médio a grande)
02 ovos
02 colheres (sopa) de farinha de trigo
100g de queijo parmesão ralado grosso
Tempero a gosto
Como fazer:Bater os ovos
Misturar a farinha de trigo
Fatiar o jiló e passar nesta mistura de ovo
Passar o jiló no queijo
Fritar em óleo quente
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Overdose de jiló!
Já pensou em passar um dia inteirinho, de cabo a rabo, se esbaldando com porções e mais porções de jiló? Jiló frito, jiló assado, jiló grelhado, jiló cozido… Afinal, quem foi que disse que ingredientes “de segunda” não podem se transformar em pratos super de primeira? Pois bem, um moçoilo visionário chamado Guilherme Studart, autor do livro Rio Botequim (Casa da Palavra Editora), inventou o mais novo e arrojado programa gastronômico para quem estiver de bobeira pelo Rio de Janeiro: a Caravana do Jiló. O negócio é super simples: você paga R$ 100 e fica um dia todo percorrendo diversos botequins cariocas (famosos pelo preparo desta iguaria super difamada) a bordo de um micro-ônibus que tem até ar-refrigerado! Chique! Se eu estivesse – ou pudesse – ir para a cidade maravilhosa agora, neste momento, não preciso nem dizer que seria A PRIMEIRA da fila a para embarcar nesta inesquecível experiência! E para os mais inseguros, vale a dica: a taxa de adesão também engloba goles e mais goles de chopes, cervejas e cachaças - pra dar aquela coragenzinha básica antes da primeira garfada. Glup! Minha pergunta agora é: quando esse Guilherme Studart vai baixar aqui em São Paulo? Será que ele topa fazer uma parceria com as Garotas de Segunda? Também quero comer jiló de todos os tipos! E você, toparia participar deste programa gastronômico mega de primeira? terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Trilha de primeira
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
E... voilà!
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Tudo por uma pitanga!

Sabe aquela coisa de escolher as cores das paredes, combinar os móveis e decorar a casa nova para uma vida 100% feliz? Pois bem, tenho vivido um conto de fada às avessas. Isso porque no lugar do príncipe encantado está a minha amiga Elisa, nova companheira de lar. Combinamos em praticamente tudo – dos gostos aos desgostos -, e compartilhamos de um momento particularmente especial e rico da fase pré-30. Enfim, alugamos uma casinha fofa, numa vilinha linda (o que é melhor, pertinho da Rô!), e resolvemos fazer algumas pequenas “reforminhas básicas” na semana passada, antes da chegada da mudança. Na primeira ida ao Leroy Merlin (foram dezenas, claro!), ao invés de irmos diretamente à seção de fios elétricos, a prioridade, lá fomos nós para o setor de decoração. “Ai, que cortina linda, vai ficar uma belezinha com a parede cor de pitanga madura!”. Pum, e joga no carrinho! Ah, mulheres! Duas então, meu Deus!... Dias depois, passeando pela Vila Madalena, vimos um abajour que também ficava “uma belezinha com a parede cor de pitanga madura”. E pum outra vez, lá se foi o abajour pro carrinho, lá se foi o nosso dindim, e VIVA O CARTÃO DE CRÉDITO! O resultado é que agora estamos, as duas, sem um centavinho na carteira. Tudo por causa da bendita parede cor de pitanga madura. Depois dessa experiência, passei a refletir sobre como o quesito “bolso” deve ser complicado para um casal de mulheres. Porque nós temos que admitir: adoramos uma firula de primeira! E são eles, os moçoilos, que costumam nos obrigar a dar aquela pisada no freio na hora das insanidades financeiras... Ou você acha que um homem faria tudo por uma parede colorida? Eu, sinceramente, acho que os rapazes perdem a cabeça por pouquíssimas coisas. Trabalho, hmmm, talvez... Mas por uma pitanga... Du-vi-de-o-dó! Ahhhh, não se fazem mais homens como antigamente...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Chique de última

Ao dar um presente, de certa forma a gente interpreta quem o recebe e se revela um pouco também. Tem quem seja pão-duro ou só dê presente xoxo. E isso nem sempre tem a ver com o preço do recuerdo. Já ganhei coisas mínimas, como uma caixinha de seda ou uma presilha de cabelo, mas num pacotinho cheio de charme e carinho. A gente nota logo quem economizou ou não se importou com o mimo. Pior ainda quem pode dar presente bom, mas só pensa em si, e se revela mesquinho na escolha. Uma coisa que acho de última, por exemplo, é comprar papel higiênico maciozinho para si mesma e papel-lixa para a empregada. Gente assim vai arder no fogo do inferno! Se não tem grana para papel bom, que todos usem do mesmo. Mas, escuta essa: uma amiga me contou que, há uns dez anos, numa reunião na casa dela, uma moça metida a chique, toda de roupa de seda, chegou trazendo um vinho Chalise. Sim, aquele que não dá para usar nem em risotto! Que na quitanda perto de casa custa R$5.90, isso porque o preço é superfaturado. Bom, diz que a moça chegou abafando com o tal Chalise. Tinto!!!(Argh) Minha amiga, que na época não conhecia nada de vinhos, achou o nome do vinho lindo (e não é que soa chique mesmo?), até provar do vinagre. E sacar a alma de quinta da amiga. Roupa de seda e Chalise? Ninguém merece. E quem quiser que conte outra...






